Frases sobre Escritores

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Frases de escritores escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Quando se vê o estilo natural (do escritor), é-se assombrado e arrebatado, pois esperava-se ver um autor e encontra-se um homem.

O Jorge Amado dizia-me, há tempos, que conhecia muitos editores ricos, mas escritores não. Gastamos muito em impostos e pagamos tudo aquilo que o agente investe em nós.

As portas que conduzem ao êxito literário têm cães de guarda: os editores, que são escritores fracassados.

Um escritor deveria enfrentar a vida com coragem sempre, arriscando a morte e a mutilação para derrubar um imperador.

Um livro mau é quando a pessoa esconde a incapacidade de fazer uma história atrás de elucubrações filosofantes. Se um escritor não agarra o leitor pelas tripas logo nas primeiras páginas, está feito ao bife.

O que é um escritor?
Crianças abandonadas, uma mulher esquecida, e vaidade, vaidade…

Escritoras são sempre comparadas a algum escritor, que lhes serviria de modelo. Os homens que se dedicam a escrever, particularmente na América Latina, estão determinados a manter a mulher fora do jogo.

O escritor entrelaça uma história com as suas próprias dúvidas, perguntas e valores. Isso é arte.

O homem não pode trair o escritor, mas o escritor deve sempre trair o homem. Quando assume a condição de escritor, ele deve ficar acima do homem.

O escritor não é apenas aquele que escreve. É aquele que produz pensamento, aquele que é capaz de engravidar os outros de sentimento e de encantamento.

O escritor é um neurótico, e escrever é provavelmente a única forma que tem de exprimir os seus afectos, e de neles ser retribuído. É complexo, porque é misturado com uma grande dose de narcisismo.

Não há formação para se ser escritor. Passe por onde passe, o escritor é sempre um autodidacta. Quando se senta pela primeira vez e escreve as primeiras palavras, não lhe serve de muito ter andado na universidade, ou na outra, a que chamamos universidade da vida. Serve, mas não é por isso que escreve. (…) O que acontece é que talvez nos achemos demasiado importantes, demasiado interessantes.

Os prémios domesticam o escritor independente, cortam as asas do inspirado, castram o rebelde…

Todos os escritores – grandes ou pequenos – são bebedores compulsivos, porque começam os seus dias completamente em branco, sem nada.

Os meus escritores de referência são Montaigne, Cervantes, o padre António Vieira, Gogol e Kafka. O padre António Vieira era um jesuíta do século XVII. Nunca se escreveu na língua portuguesa com tanta beleza como ele o fez.