Frases sobre Fatos

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Frases de fatos escritos por poetas consagrados, filósofos e outros autores famosos. Conheça estes e outros temas em Poetris.

Há pequenos fatos que encerram enorme importância. Por outro lado, há fatos aparentemente grandiosos que na verdade encerram pouca importância. Aqueles que tratam com negligência as pequenas coisas acabam falhando ao lidar com grandes coisas.

Observações seguidas de análises criteriosas nos são necessárias diariamente, ainda que sob pequeninas coisas ou fatos.

O paradoxo da imaginação reside no facto de que o imaginário nada é e jamais parece. O olhar directo fez os deuses morrerem.

Os que não podem conceber a Amizade como um amor substancial, mas apenas como um disfarce ou elaboração do Eros, atraiçoam o fato de que nunca tiveram um amigo.

A serenidade e a vitalidade da nossa juventude baseiam-se em parte no facto de que nós, ao subirmos a montanha, não vermos a morte, pois ela encontra-se do outro lado da encosta.

Chama-se matrimónio de conveniência o realizado entre duas pessoas que de facto se não convêm.

Sucede que qualquer interpretação moral dos nossos actos poderá ser unicamente um imenso mal-entendido, tal como o tem sido a interpretação moral dos factos naturais.

Para aqueles que não são artistas e para quem viver a realidade dos factos é o único modo possível de vida, a dor é o único caminho que conduz à perfeição.

As pessoas cujas acções são determinadas pela lógica têm estados de alma completamente diferentes dos outros. A única diferença reside no facto de que os seus estados de alma não fazerem grande sentido.

Para cada pessoa existe uma ocupação ideal. Aquele que se empenha ao máximo no momento presente, acaba descobrindo a ocupação ideal para si. Apesar de não ter estudo especializado, empenhei-me ao máximo na vida de empregado de uma firma e cheguei ao ‘modo de vida da Seicho-No-Ie’; empenhando-me ao máximo na luta contra inúmeras enfermidades, cheguei ao ‘método de preservação da saúde da Seicho-No-Ie’; e vivenciando longas horas de trabalho árduo, cheguei à ‘teoria econômica da Seicho-No-Ie’ que há de salvar a humanidade das dificuldades econômico-financeiras. Conseguimos encontrar naturalmente a ocupação ideal, quando nos empenhamos ao máximo no momento presente, vivenciando e analisando em profundidade todos os fatos, e apreendendo o sentido de tudo, até mesmo das coisas que parecem insignificantes.

A desgraça é precisa para gravar os factos da história. Ou se escreve com sangue a nossa glória, ou a apaga ao passar qualquer brisa.

A complicada abundância da nossa civilização material, as nossas máquinas, os nossos telefones, a nossa luz eléctrica, tem-nos tornado intoleravelmente pedantes: estamos prontos a declarar desprezível uma raça, desde que ela não sabe fabricar pianos de Erard; e se há algures um povo que não possua como nós o talento de compor óperas cómicas consideramo-lo ipso facto votado para sempre à escravidão…

– Olhe ao seu redor – disse ele. – Uma cidade é a forma concretizada da coragem humana – a coragem dos homens que pensaram pela primeira vez em cada parafuso, cada rebite, cada gerador necessário para construí-la. A coragem de dizer não ‘a meu ver’, mas ‘o fato é o seguinte’, e apostar sua própria vida no seu julgamento. Você não está sozinha. Esses homens existem.