O amor é como a febre. Nasce e se extingue sem que a vontade nisso tome parte.
Frases sobre Febre
19 resultadosNão são somente as febres, as bebidas e os grandes acidentes que turvam o nosso juízo; as menores coisas do mundo também o abalam.
O nosso século já não é um século de ouro. É um século de consumismo e fuga, um tempo de febre e esquecimento.
Tenho neste momento tantos pensamentos fundamentais, tantas coisas verdadeiramente metafísicas para dizer, que me canso de repente, e decido não escrever mais, não pensar mais, mas deixar que a febre de dizer me dê sono, e eu faça festas, como a um gato, a tudo quanto poderia ter dito.
O amor é como a febre, nasce e extingue-se sem que a vontade tome minimamente parte nele.
A paixão é uma febre de espírito que nos enfraquece sempre.
A juventude é perpétua intoxicação, uma febre da mente.
As febres da alma como as do corpo tratam-se mudando de lugar.
A mocidade é uma embriaguez contínua: é a febre da razão.
Nos EUA é utilizado um aparelho chamado radio fever machine na cura de certas doenças, elevando-se a temperatura do corpo por meio de eletromagnetismo. É um erro considerar a febre como sinal de agravamento da doença. A força curativa da Natureza é que provoca a elevação da temperatura do corpo (febre), e assim cura a doença. A força curativa da Natureza é o mais eficiente radio fever machine.
Quando digo escritas diferentes, são escritas em prosa, ensaio de tipo imaginativo, teatro, ficção, que são ainda prolongamentos da poesia. Haverá momentos em que tenho de repousar um pouco, digamos, da febre da criação poética e então vou procurar encontrar a poesia em expressões mais repousadas.
Procurei um conselho, não fui teimoso. Não foi teimosia quando ri silenciosamente com uma cara contorcida e faces brilhantes de febre para quem me tinha dado involuntariamente um conselho. Foi «suspense», uma prontidão da minha parte em ser instruído, uma falta doentia de teimosia.
O amor é como a febre: nasce e passa sem a menor intervenção da vontade.
Durmo mal, insônia, suores, febres. Mas não me entrego não.
Leio, e sou límpido nas minhas intenções; o que há de febre na simples vida abandona-me; uma calma completa me invade. Todo o repouso da natureza está comigo.
Existem defeitos que são uma protecção contra alguns vícios epidérmicos, do mesmo modo que, em tempo de peste, os doentes de febre quartã escapam ao contágio.
Que era, então, a vida? Era calor, o calor produzido pela instabilidade preservadora da forma; era uma febre da matéria, que acompanhava o processo incessante decomposição e reconstituição de moléculas de albumina, insubsistentes pela complicação e pela engenhosidade.
Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto.
Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!…