As pernas não são tão bonitas, apenas sei o que fazer com elas.
Frases sobre Pernas
37 resultadosSe alguém tende a sacralizar a cultura popular, é por uma razão muito simples: porque não tem pernas para a cultura erudita.
Não cobice. Batalhe e conquiste. Deus fez os homens com dois braços e duas pernas para todos competirem em condições de igualdade.
Pôs o cestinho no lugar e amarrou-o na perna de uma mesa, convencido de que o acontecimento esperado era iminente. Foi esta a ocasião em que Aureliano ouviu-o dizer:
À noite, Marie esquecera tudo. O filme tinha momentos engraçados e outros realmente idiotas. A sua perna estava encostada na minha. Acariciava-lhe os seios. No fim da sessão, eu a beijei, mas mal. Ao sair, veio para minha casa.
Eu deixei me estar a contemplá la. Súbito, deu um grande salto, estendeu os braços e as pernas, até tomar a forma de um X: – decifra me ou devoro te.
Se paro três dias, as costas, as pernas e a espinha se deterioram, se fosse uma semana minhas pernas tremeriam na barra, eu desmaiaria.
Ai de mim! – suspirou Bazin – Bem o sei senhor; tudo está de pernas para o ar no mundo de hoje.
Competição: Se seu melhor cavalo quebrar a perna abandone-o. Se seu melhor amigo o trair, esqueça.
No acto de escrever há duas posições coincidentes, a autoridade e a sedução. Com estas duas pernas, a literatura caminha. O escritor tem um poder sobre o leitor.
O americano nato nunca pode ser um bailarino. As pernas são longas demais, o corpo flexível e também o espírito livre demais para esta escola de graça afetada e andadas no dedo do pé
As nossas estradas já tiveram a timidez dos rios e a suavidade das mulheres. E pediam licença antes de nascer. Agora, as estradas tomam posse da paisagem e estendem as suas grandes pernas sobre o Tempo, como fazem os donos do mundo.
Eu tento sempre estar um passo mais à frente. Tens que estar sempre muito atento neste mundo. É muito fácil passarem-te a perna.
Os homens depois da derrota inevitável da vida, a nunca quererem aceitar a noite, a nunca quererem anoitecer e tornarem-se ontem amanhã, memória, os homens depois da vitória da terra sobre o corpo, a nunca aceitarem o seu corpo inacessível aos seus gestos, as suas mãos sem préstimo no espaço que lhes resta num sonho negro, as suas pernas a recusarem passos nas paredes negras e frias da solidão sem fim.
É este um segredo de um bom casamento. Tem sorte o casal em que um prefere as pernas do frango e o outro o peito. Mas não tem tanta sorte o casal em que ambos gostam mais das pernas. Ao princípio, dão muitos saltos e gritam que são iguaizinhos mas não tarda perceberem que as igualdades não só aborrecem como enfurecem, levando a tédios e guerras e, fatalmente, ao tédio das guerras que é a morte do casal.
O mesmo acontece com os feitios opostos. Atraem-se e fazem faísca porque não são capazes de estar juntos. O corte de energia ainda chega mais depressa.
Todos os jardins da nossa infância são o jardim do paraíso. A pele suave desses tempos em que se corria com as pernas arqueadas soltando uma espécie de luz pela respiração. Ríamos a correr para os braços dos adultos numa entrega absoluta. Eles, os adultos, atiravam-nos ao ar e apanhavam-nos com mãos ásperas, e, talvez por isso, quando crescemos nunca mais deixamos de, esporadicamente, sonhar que voamos. E de sonhar com gigantes e anões, pois eram essas as nossas proporções.
Nos foram dadas duas pernas para andar, as duas mãos para segurar, dois ouvidos para ouvir, dois olhos para ver; mas por que só um coração? Porque o outro foi dado a alguém para nos encontrar.
Não podemos piscar o olho ao público. Se o fizermos estamos lixados. Não obstante, escrevemos para ser lidos. Ninguém, nem mesmo os que escreveram diários em cifra, escreve para não ser lido. Eu escrevo procurando o afecto do leitor, dos escritores, mas sem nunca lhes abrir as pernas. Não me castro em concessões.
Não pode tornar-se um líder que não consegue confiar em seus subordinados e delegar responsabilidades aos respectivos encarregados. Não há necessidade alguma de um gerente ir ao correio enquanto o contínuo fica sem fazer nada. À cabeça compete pensar e às pernas, andar. Aquele que sendo ‘cabeça’ executa a tarefa das ‘pernas’ não poderá tornar-se um grande líder.
Que posso eu fazer se o poder gosta de andar com pernas tortas?!