A língua do ciumento devasta tudo o que toca.
Passagens de Jean-Baptiste Massillon
21 resultadosA verdadeira grandeza da razão consiste em poder compreender toda a majestade e sublimidade da fé. As contradições e os abismos da impiedade são ainda mais incompreensíveis do que os mistérios da fé.
As multidões têm uma só lei: o exemplo dos que governam.
A saúde e o prazer são para o homem o que o sol e o ar são para as plantas.
O homem, durante sua morada neste mundo, não conhece seu próprio coração.
A virtude termina sempre onde começa o excesso.
Para o ambicioso, o bom êxito desculpa a ilegitimidade dos meios.
Um acesso de ciúme pode levar um homem a cometer ações tão indignas, que, uma vez passada a vertigem da suspeita, ele se encontre grandemente envergonhado.
A calúnia é um fogo devorador, que consome tudo em que toca, e que enegrece o que não pode consumir.
Para o homem ambicioso, o triunfo desculpa a ilegitimidade dos meios.
É o amor que decide todo o ser humano.
A incerteza dos acontecimentos, sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento.
A origem dos nossos desgostos encontra-se quase sempre nos nossos erros.
A primeira impressão dos sentidos não é a verdadeira. Para julgar bem é fundamental comparar.
Nenhum estado de ânimo desgoverna tanto o viver do homem quanto o ciúme, posto ser ele flecha envenenada que se crava, simultaneamente, no coração do amante e no orgulho do homem.
Tudo o que faz a grandeza dos reis na terra também faz o perigo.
Tudo quanto utilizais além das necessidades e das conveniências do vosso estado é uma desumanidade e um roubo que cometeis contra os pobres.
A alegria é para o corpo humano o mesmo que o sol é para as plantas.
A inocência mostra-se sempre aureolada do próprio resplendor.
A porta entre nós e o céu não se poderá abrir enquanto estiver fechada a que fica entre nós e o próximo.