ConversĂŁo Mental
Os mĂ©todos de conversĂŁo religiosa foram atĂ© agora considerados mais sob Ăąngulos psicolĂłgicos e metafĂsicos que psicolĂłgicos e mecanĂsticos; contudo, as tĂ©cnicas empregadas aproximamâse tanto frequentemente das modernas tĂ©cnicas polĂticas de lavagem cerebral e controle da mente que cada uma delas lança luz sobre os mecanismos da outra. Ă conveniente começar com a histĂłria melhor documentada de conversĂŁo religiosa, que tem em comum com a conversĂŁo polĂtica o facto de um indivĂduo ou grupo de indivĂduos poder adoptar novas crenças ou padrĂ”es de comportamento, em resultado de revelaçÔes surgidas na mente repentinamente e com grande intensidade, muitas vezes depois de perĂodos de grande tensĂŁo emocional.
Textos sobre Comportamento de William Sargant
2 resultadosComportamento Humano Condicionado
Muito do comportamento humano resulta de padrĂ”es de comportamento condicionado implantados no cĂ©rebro especialmente durante a infĂąncia. Estes podem persistir quase sem modificação, mas muito frequentemente vĂŁo-se adaptando gradualmente Ă s mudanças de ambiente. PorĂ©m, quanto mais velha a pessoa tanto menos facilmente pode improvisar novas respostas condicionadas a tais mudanças; a tendĂȘncia, entĂŁo, Ă© fazer o ambiente ajustar-se Ă s suas respostas cada vez mais previsĂveis. Muito da nossa vida consiste na aplicação inconsciente de padrĂ”es de reflexo condicionado adquiridos originalmente por estudo ĂĄrduo. Exemplo claro Ă© a maneira como um motorista acumula inĂșmeras e variadas respostas condicionadas antes de ser capaz de conduzir um carro atravĂ©s de uma rua cheia de gente sem prestar muita atenção consciente ao processo â o que muitas vezes se chama «conduzir automaticamente». Se passar depois para um campo aberto, o motorista mudarĂĄ para um novo padrĂŁo de comportamento automĂĄtico. De facto, o cĂ©rebro humano vive em constante adaptação de modo reflexo Ă s mudanças de ambiente, embora as primeiras liçÔes em qualquer processo â como o de conduzir um automĂłvel â possam exigir difĂceis e atĂ© tediosos esforços de concentração.